-78,5 °C
Ponto de ebulição.
A caraterística de ter um baixo potencial de ionização, fez com que este gás fosse escolhido como veículo para a geração de um arco elétrico. Hoje quase sempre misturado com árgon, tem a função de repor parte do carbono que se perde durante o processo de soldadura e de libertar oxigénio como gás ativo no processo.
Ponto de ebulição.
Solubilidade em H2O.
Densidade relativa.
Gás combustível extremamente instável em condições normais. É tratado em cilindros especiais estabilizados com um solvente: geralmente acetona. Gera uma temperatura de chama elevada e continua a ser o gás combustível mais produtivo neste tipo de processo.
Gás inerte, 1,38 vezes mais pesado que o ar. Tem um baixo potencial de ionização que facilita a ignição e re-ignição do arco, dando-lhe alta estabilidade, gerando poucos fumos. A sua baixa entrada térmica promove a penetração cónica. Como é mais pesado que o ar, oferece um bom deslocamento de ar. É utilizado como base para misturas de soldadura.
Gás redutor, que gera acabamentos brilhantes. Gera arcos altamente energéticos em função da percentagem na mistura devido à sua elevada condutividade térmica e energia de dissociação. Tem um efeito plasmogénico. Oferece boa estabilidade e fluidez do arco.
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